ADVERTÊNCIA GRAVE
Espera-se que o esquema mafioso predominante hoje no DF seja derrubado não por causa das ações passadas, que configuram estado de insegurança em Brasília, mas pelas ações futuras.
Isto é: se os pandoristas decidirem “apagar” alguém, no meio desse escândalo, quatro autoridades serão cobradas. Por isso, precisam tomar logo providências para evitar novos crimes.
As autoridades que têm hoje o poder na mão são:
-Ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça;
-Procurador Geral da União, Roberto Monteiro Gurgel;
-Delegado Alfredo Junqueira, da Polícia Federal;
-e secretário de Segurança Pública do DF, delegado Valmir Lemos.
Os quatro lembram que a Polícia Militar, com seu batalhão montado, por puro milagre não matou estudantes na manifestação perto do Palácio do Buriti.
Têm visto como pandoristas estão cercando a testemunha-chave, Sombra, num processo que já está no STJ. A outra testemunha, Durval Barbosa, vive com proteção permanente da PF.
Há escutas ilegais, feitas na madrugada, contra deputados distritais diversos, e constrangimento, além de ameaças, à ex-presidência da OAB, Estefânia Viveiros.
A casa da deputada Eliana Pedrosa está ameaçada por carro com chapa fria.
O mercenário Valdirzão aparece contratado para combater manifestantes de rua. O carro de um jornalista foi danificado em frente à Câmara Legislativa e pelo menos uma estudante da UnB saiu ferida recentemente, confrontada por grupos pandoristas.
Há muitos outros episódios relacionados, sem contar possíveis outros, que ninguém ficou sabendo. O que assusta é o nível de crescimento dessas ações, que podem levar a resultados mais graves. E, assim, as quatro autoridades citadas acima precisam ficar atentas e agir logo.
Não dá para esperar pelo pior (sem trocadilho).
(Há 25 anos atrás, vivi situação também grave no Correio Braziliense. A gente achava que os mafiosos da época não iam chegar tão longe; mas chegaram. O resultado é que o repórter Mário Eugênio acabou assassinado com sete tiros no centro de Brasília. Portanto, não se brinca com máfia)
A propósito, há interesses de bilhões em jogo, se a casa realmente cair. Só o PDOT representa ganhos bilionários... Imagine o resto.
Espera-se que o esquema mafioso predominante hoje no DF seja derrubado não por causa das ações passadas, que configuram estado de insegurança em Brasília, mas pelas ações futuras.
Isto é: se os pandoristas decidirem “apagar” alguém, no meio desse escândalo, quatro autoridades serão cobradas. Por isso, precisam tomar logo providências para evitar novos crimes.
As autoridades que têm hoje o poder na mão são:
-Ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça;
-Procurador Geral da União, Roberto Monteiro Gurgel;
-Delegado Alfredo Junqueira, da Polícia Federal;
-e secretário de Segurança Pública do DF, delegado Valmir Lemos.
Os quatro lembram que a Polícia Militar, com seu batalhão montado, por puro milagre não matou estudantes na manifestação perto do Palácio do Buriti.
Têm visto como pandoristas estão cercando a testemunha-chave, Sombra, num processo que já está no STJ. A outra testemunha, Durval Barbosa, vive com proteção permanente da PF.
Há escutas ilegais, feitas na madrugada, contra deputados distritais diversos, e constrangimento, além de ameaças, à ex-presidência da OAB, Estefânia Viveiros.
A casa da deputada Eliana Pedrosa está ameaçada por carro com chapa fria.
O mercenário Valdirzão aparece contratado para combater manifestantes de rua. O carro de um jornalista foi danificado em frente à Câmara Legislativa e pelo menos uma estudante da UnB saiu ferida recentemente, confrontada por grupos pandoristas.
Há muitos outros episódios relacionados, sem contar possíveis outros, que ninguém ficou sabendo. O que assusta é o nível de crescimento dessas ações, que podem levar a resultados mais graves. E, assim, as quatro autoridades citadas acima precisam ficar atentas e agir logo.
Não dá para esperar pelo pior (sem trocadilho).
(Há 25 anos atrás, vivi situação também grave no Correio Braziliense. A gente achava que os mafiosos da época não iam chegar tão longe; mas chegaram. O resultado é que o repórter Mário Eugênio acabou assassinado com sete tiros no centro de Brasília. Portanto, não se brinca com máfia)
A propósito, há interesses de bilhões em jogo, se a casa realmente cair. Só o PDOT representa ganhos bilionários... Imagine o resto.
BLOG DO RIELLA


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