Ministro do STJ diz que se surpreendeu com indícios de suborno de testemunhas
Fernando Gonçalves preside inquérito que investiga mensalão do DEM.
Nesta quinta, STJ determinou a prisão do governador José Roberto Arruda.
Do G1, com informações do Jornal da Globo
Fernando Gonçalves preside inquérito que investiga mensalão do DEM.
Nesta quinta, STJ determinou a prisão do governador José Roberto Arruda.
Do G1, com informações do Jornal da Globo
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Fernando Gonçalves, presidente do inquérito que investiga o mensalão do DEM, declarou em entrevista exclusiva ao Jornal da Globo, nesta quinta-feira (11), que se surpreendeu com o conteúdo das investigações, que apontam indícios de suborno de uma testemunha pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM).
Nesta quinta-feira (11), o STJ determinou a prisão preventiva e o afastamento do governador. Segundo o ministro, a permanência dele no cargo também prejudica os trabalhos de investigação.
“Não tenha dúvida. [Me surpreendi] com a intimidação e mesmo com o suborno de testemunhas”, respondeu Gonçalves ao ser indagado se havia ficado surpreso com o conteúdo dos autos.
O ministro afirmou que “diante da gravidade dos fatos”, o tribunal tomou a decisão recomendada pelo Código de Processo Penal. E reforçou ainda que o “juiz é limitado pela lei”.
Indagado se foi difícil chegar à decisão de pedir a prisão do governador, Gonçalves disse sim, mas ressaltou que tem a “consciência tranquila”.
Nesta quinta-feira (11), o STJ determinou a prisão preventiva e o afastamento do governador. Segundo o ministro, a permanência dele no cargo também prejudica os trabalhos de investigação.
“Não tenha dúvida. [Me surpreendi] com a intimidação e mesmo com o suborno de testemunhas”, respondeu Gonçalves ao ser indagado se havia ficado surpreso com o conteúdo dos autos.
O ministro afirmou que “diante da gravidade dos fatos”, o tribunal tomou a decisão recomendada pelo Código de Processo Penal. E reforçou ainda que o “juiz é limitado pela lei”.
Indagado se foi difícil chegar à decisão de pedir a prisão do governador, Gonçalves disse sim, mas ressaltou que tem a “consciência tranquila”.
Portal G1


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