Nova denúncia aponta espionagem da Polícia Civil no Ministério Público
Mara Puljiz - do Correio Braziliense
O Ministério Público do DF deve oferecer uma nova denúncia contra o governador licenciado José Roberto Arruda. Em posse dos investigadores da Polícia Federal, o documento apontaria indícios de que setores da inteligência da Polícia Civil espionaram os trabalhos do Ministério Público referentes ao suposto pagamento de proprina a Arruda, Paulo Octávio e deputados da base aliada. Seria uma tentativa de atrapalhar o curso normal das investigações da Caixa de Pandora.
O delegado federal e secretário de Segurança Pública do DF, Valmir Lemos, demonstrou surpresa com a notícia. No final da tarde deste sábado quando deixava a Superintendência da PF após visita de quase duas horas a Arruda, ele disse que não sabia da existência dessa nova acusação.
"Não sei qual fato está sendo apurado, mas a PF e o Ministério Público devem ter elementos concretos que possam justificar essa situação", disse ele, em entrevista coletiva à imprensa. "Toda a investigação tem ocorrido de maneira sigilosa, mas tudo deve ser apurado com tranquilidade", ressaltou.
Mara Puljiz - do Correio Braziliense
O Ministério Público do DF deve oferecer uma nova denúncia contra o governador licenciado José Roberto Arruda. Em posse dos investigadores da Polícia Federal, o documento apontaria indícios de que setores da inteligência da Polícia Civil espionaram os trabalhos do Ministério Público referentes ao suposto pagamento de proprina a Arruda, Paulo Octávio e deputados da base aliada. Seria uma tentativa de atrapalhar o curso normal das investigações da Caixa de Pandora.
O delegado federal e secretário de Segurança Pública do DF, Valmir Lemos, demonstrou surpresa com a notícia. No final da tarde deste sábado quando deixava a Superintendência da PF após visita de quase duas horas a Arruda, ele disse que não sabia da existência dessa nova acusação.
"Não sei qual fato está sendo apurado, mas a PF e o Ministério Público devem ter elementos concretos que possam justificar essa situação", disse ele, em entrevista coletiva à imprensa. "Toda a investigação tem ocorrido de maneira sigilosa, mas tudo deve ser apurado com tranquilidade", ressaltou.
CORREIO BRAZILIENSE


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