Todos já se apresentaram
em 13/02/2010 às 8:49
Do Correio Braziliense: Um comboio de cinco viaturas transportou ontem, da Polícia Federal para a Papuda, três das quatro pessoas que tiveram a prisão preventiva decretada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na quinta-feira. O ex-diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB) Haroaldo Brasil foi o primeiro a se entregar, na manhã de ontem. O sobrinho e ex-secretário particular de Arruda, Rodrigo Arantes, foi à PF na noite de quinta-feira. O suplente de deputado distrital Geraldo Naves, que se apresentou na PF por volta das 20h20, só será encaminhado ao presídio na manhã de hoje.
O ex-chefe da Agência de Comunicação do GDF, Weligton Moraes, entregou-se no início da tarde. O quinto mandado de prisão era para Antônio Bento da Silva, que está há 10 dias na Papuda, por tentar subornar o jornalista Edson Sombra.
Por não terem foro privilegiado, os três presos ficaram na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, ao contrário de Arruda, que está na sala do diretor técnico-científico da PF, Paulo Roberto Fagundes, no Instituto Nacional de Criminalística. Os dois prédios ficam no Complexo da PF, no Setor Policial Sul. Rodrigo e Haroaldo ficaram em celas separadas, mas sem a companhia de outros presos. Weligton Moraes, por ter se apresentado no meio da tarde, pouco antes da transferência para a Papuda, ficou sob vigilância em uma sala próxima ao plantão. Os três, segundo fontes da PF, não conversaram entre si.
A transferência dos três presos ocorreu às 16h, quando as cinco viaturas deixaram o complexo em alta velocidade. Duas delas — uma à frente e outra atrás do comboio — faziam a escolta, enquanto três outras levaram os detidos, que não estavam no camburão, mas no interior dos carros. Cada um foi em um veículo. Pouco mais de quatro horas depois, Geraldo Naves chegou à PF em um carro com vidros escuros e foi direto para a superintendência, onde dois delegados o aguardavam na porta principal. Ele reclamou do ambiente claustrofóbico da sala onde estava confinado. Naves pediu cigarros, mas não foi atendido. Hoje, durante o dia, ele deverá ser encaminhado para a Papuda, onde se reunirá aos demais, que estão em uma área dedicada a presos da Justiça Federal.
em 13/02/2010 às 8:49
Do Correio Braziliense: Um comboio de cinco viaturas transportou ontem, da Polícia Federal para a Papuda, três das quatro pessoas que tiveram a prisão preventiva decretada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na quinta-feira. O ex-diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB) Haroaldo Brasil foi o primeiro a se entregar, na manhã de ontem. O sobrinho e ex-secretário particular de Arruda, Rodrigo Arantes, foi à PF na noite de quinta-feira. O suplente de deputado distrital Geraldo Naves, que se apresentou na PF por volta das 20h20, só será encaminhado ao presídio na manhã de hoje.
O ex-chefe da Agência de Comunicação do GDF, Weligton Moraes, entregou-se no início da tarde. O quinto mandado de prisão era para Antônio Bento da Silva, que está há 10 dias na Papuda, por tentar subornar o jornalista Edson Sombra.
Por não terem foro privilegiado, os três presos ficaram na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, ao contrário de Arruda, que está na sala do diretor técnico-científico da PF, Paulo Roberto Fagundes, no Instituto Nacional de Criminalística. Os dois prédios ficam no Complexo da PF, no Setor Policial Sul. Rodrigo e Haroaldo ficaram em celas separadas, mas sem a companhia de outros presos. Weligton Moraes, por ter se apresentado no meio da tarde, pouco antes da transferência para a Papuda, ficou sob vigilância em uma sala próxima ao plantão. Os três, segundo fontes da PF, não conversaram entre si.
A transferência dos três presos ocorreu às 16h, quando as cinco viaturas deixaram o complexo em alta velocidade. Duas delas — uma à frente e outra atrás do comboio — faziam a escolta, enquanto três outras levaram os detidos, que não estavam no camburão, mas no interior dos carros. Cada um foi em um veículo. Pouco mais de quatro horas depois, Geraldo Naves chegou à PF em um carro com vidros escuros e foi direto para a superintendência, onde dois delegados o aguardavam na porta principal. Ele reclamou do ambiente claustrofóbico da sala onde estava confinado. Naves pediu cigarros, mas não foi atendido. Hoje, durante o dia, ele deverá ser encaminhado para a Papuda, onde se reunirá aos demais, que estão em uma área dedicada a presos da Justiça Federal.
BLOG DA PAOLA LIMA


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