Arruda passou a noite em claro, diz chefe da Casa Militar do DF
Segundo assessor, governador ‘está sofrido’ e vive ‘situação humilhante’.
Governador foi preso por supostamente tentar obstruir investigações.
Robson Bonin
Do G1, em Brasília
Segundo assessor, governador ‘está sofrido’ e vive ‘situação humilhante’.
Governador foi preso por supostamente tentar obstruir investigações.
Robson Bonin
Do G1, em Brasília
Um dos primeiros integrantes do governo a visitar o governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), na sede da Polícia Federal, o chefe da Casa Militar, coronel Ivan Rocha, disse nesta sexta-feira (12) ter encontrado um Arruda “sofrido”, sem dormir e em “situação humilhante”. “Ninguém consegue dormir numa situação como essa. Ele está sofrido, mas está bem. É uma situação humilhante a um governador de estado”, disse Rocha.
O chefe da Casa Militar também disse que Arruda está confiante e aproveitou para criticar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de afastar do cargo e mandar prender o governador: “Ele está confiante na Justiça. Em 32 anos de serviço nunca vi ninguém ser preso sem ser ouvido, sem ter direito ao amplo direito de defesa.”
No momento, o governo do DF é chefiado interinamente pelo vice, Paulo Octávio (DEM). A defesa de Arruda já entrou com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão da Justiça de mandar prender Arruda irritou seus advogados. A defesa argumenta que o governador não foi ouvido. “Não se faz processo criminal sem contraditório, salvo em estado que esteja no limite do fascismo e do nazismo. Isto é um estado de direito democrático. Essa prisão à margem das garantias da Constituição, na minha ótica, é uma prisão abusiva, ilegal e é, sobretudo, uma prisão desnecessária”, disse o advogado Nélio Machado.
O chefe da Casa Militar também disse que Arruda está confiante e aproveitou para criticar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de afastar do cargo e mandar prender o governador: “Ele está confiante na Justiça. Em 32 anos de serviço nunca vi ninguém ser preso sem ser ouvido, sem ter direito ao amplo direito de defesa.”
No momento, o governo do DF é chefiado interinamente pelo vice, Paulo Octávio (DEM). A defesa de Arruda já entrou com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão da Justiça de mandar prender Arruda irritou seus advogados. A defesa argumenta que o governador não foi ouvido. “Não se faz processo criminal sem contraditório, salvo em estado que esteja no limite do fascismo e do nazismo. Isto é um estado de direito democrático. Essa prisão à margem das garantias da Constituição, na minha ótica, é uma prisão abusiva, ilegal e é, sobretudo, uma prisão desnecessária”, disse o advogado Nélio Machado.
Portal G1


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