Arruda teria usado BRB para aliciar acusador
De Jailton de Carvalho:
O testemunho de três funcionários do Banco Regional de Brasília (BRB) pode reforçar ainda mais as provas de que o governador afastado, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), tentou subornar testemunha do inquérito que investiga o esquema de corrupção em seu governo.
O diretor de Mercado, Francisco Soares Pereira, o superintendente Luciano Henn Bernardi e o gerente do posto de atendimento do Buritis, Valdir José dos Santos, foram arrolados como testemunhas na denúncia apresentada anteontem no Superior Tribunal de Justiça contra Arruda (STJ). Eles teriam participado, a mando do governador, de uma operação para limpar a ficha do jornalista Edmilson Edson Sombra no BRB e conceder a ele um crédito de R$ 450 mil.
A denúncia apresentada contra Arruda é assinada pelo procurador-geral, Roberto Gurgel, e pela subprocuradora-geral Raquel Dodge. Os dois querem que funcionários do banco, controlado pelo governo local, expliquem os detalhes da manobra, que teria como objetivo reabrir as portas da instituição financeira a Sombra, uma das mais importantes testemunhas das investigações sobre o mensalão do DEM.
A abertura da conta era um dos itens negociados para que o jornalista desqualificasse as provas apresentadas pelo ex-secretário Durval Barbosa contra Arruda e parlamentares aliados do governador.
No depoimento que prestou à Polícia Federal, quinta-feira da semana passada, Sombra fez apenas uma referência "à conta garantia" que teria no BRB, em troca de um depoimento contra Durval e a favor de Arruda. Mas, em conversas reservadas com amigos antes da prisão do governador, Sombra relatou os detalhes da transação.
De Jailton de Carvalho:
O testemunho de três funcionários do Banco Regional de Brasília (BRB) pode reforçar ainda mais as provas de que o governador afastado, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), tentou subornar testemunha do inquérito que investiga o esquema de corrupção em seu governo.
O diretor de Mercado, Francisco Soares Pereira, o superintendente Luciano Henn Bernardi e o gerente do posto de atendimento do Buritis, Valdir José dos Santos, foram arrolados como testemunhas na denúncia apresentada anteontem no Superior Tribunal de Justiça contra Arruda (STJ). Eles teriam participado, a mando do governador, de uma operação para limpar a ficha do jornalista Edmilson Edson Sombra no BRB e conceder a ele um crédito de R$ 450 mil.
A denúncia apresentada contra Arruda é assinada pelo procurador-geral, Roberto Gurgel, e pela subprocuradora-geral Raquel Dodge. Os dois querem que funcionários do banco, controlado pelo governo local, expliquem os detalhes da manobra, que teria como objetivo reabrir as portas da instituição financeira a Sombra, uma das mais importantes testemunhas das investigações sobre o mensalão do DEM.
A abertura da conta era um dos itens negociados para que o jornalista desqualificasse as provas apresentadas pelo ex-secretário Durval Barbosa contra Arruda e parlamentares aliados do governador.
No depoimento que prestou à Polícia Federal, quinta-feira da semana passada, Sombra fez apenas uma referência "à conta garantia" que teria no BRB, em troca de um depoimento contra Durval e a favor de Arruda. Mas, em conversas reservadas com amigos antes da prisão do governador, Sombra relatou os detalhes da transação.
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